Uma amizade no exílio

O professor Arnaldo Niskier, da academia brasileira de letras, conheceu JK depois que ele deixou a presidência da república. Mais particularmente, nos idos de 65, quando ele, cassado pela revolução, foi morar nos estados unidos e na Europa. Por duas vezes, a mando de Adolpho Bloch, levou recursos para Juscelino, em Nova Yorque e em Paris, a fim de socorrê-lo em suas necessidades de sobrevivência. Foi testemunha, pois, de que jk, longe de enriquecer no governo, vivia em sérias dificuldades no exílio. Testemunhou o quanto foi sólida a amizade entre Adolpho e Juscelino. O editor da manchete jamais se conformou com a injustiça cometida contra o ex-presidente e atribuía tudo a razões políticas. Não queriam que JK voltasse ao governo, em 1965, como havia uma previsão, baseada em sua imensa popularidade.

Arnaldo Niskier

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